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Sindicato dos Jornalistas participa das homenagens ao centenário de Joel Silveira

Em setembro, vamos celebrar o centenário de nascimento de Joel Silveira, um dos mais importantes nomes do jornalismo brasileiro e premiadíssimo autor de mais de 30 livros. Sergipano, chegou ao Rio de Janeiro aos 19 anos quando consolidou sua carreira jornalística.

Na última quarta-feira, dia 10, aconteceu a primeira reunião do Grupo de Trabalho que vai promover as homenagens a Joel Silveira , na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. O GT é integrado por Elizabeth Silveira, filha de Joel Silveira, Rodrigo Silveira Monte, neto; Elizabeth Garson Passi de Moraes e Clara Passi de Moraes, viúva e filha de Geneton Moraes Neto, jornalista e amigo de Joel, tendo escrito obras com ele, e diretor do documentário “Garrafas ao mar – A víbora manda lembranças” (sobre a trajetória do jornalista). Também integra o GT, o jornalista Rogério Marques e diretores do SJPMRJ.

Joel Silveira destacou-se no jornalismo nacional nos anos de 1940 quando ganhou o apelido de víbora, dado por Assis Chateaubriand. Sua primeira grande missão foi cobrir a 2ª Guerra Mundial e, antes de embarcar para a Itália como pracinha da Força Expedicionária Brasileira, Silveira ouviu a célebre frase de Chateaubriand: ”O senhor vai para a guerra, mas não me morra, seu Silveira! Repórter é para mandar notícia, não é para morrer. Se o senhor morrer, eu o demito.” Além dos Diários Associados, Joel trabalhou em Última Hora, O Estado de S. Paulo, Diário de Notícias, Correio da Manhã e Manchete.

Joel Silveira morreu em 2007, aos 88 anos. Seu acervo foi doado, pela família, ao Centro de Cultura e Memória do Jornalismo (CCMJ), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.