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CCT 2026/IMPRESSO – SINDICATO CONVOCA ASSEMBLEIA. UNIDADE E MOBILIZAÇÃO PARA DOBRAR OS PATRÕES

A Campanha Salarial dos jornalistas do segmento impresso, com vistas à assinatura da CCT 2026, entra em uma fase decisiva. Dessa forma, o Sindicato está convocando uma assembleia para o dia 29 de abril, em dois horários, às 14h e 20h, no formato virtual, para uma discussão com a categoria sobre quais os encaminhamentos a serem tomados como forma de pressionar os patrões no atendimento à nossa pauta de reivindicações.

A proposta patronal considera um reajuste de 4,40% para os pisos salariais, 4,30% para salários de até R$ 12 mil e de um aumento de R$ 600 para quem ganha acima desse patamar diante de uma inflação acumulada de 4,30% no perído de  1º de fevereiro de 2025 a 31 de janeiro de 2026.

A PROPOSTA: NOVOS VALORES COM OS ÍNDICES APLICADOS

Piso para cinco horas
R$ 2.813,98 (+ 4,40%)

Piso para sete horas
R$ 4.502,35 (+4.40%)

A negação de qualquer reajuste no Vale Alimentação/Refeição, item que tem um peso fundamental no fechamento das contas mensais dos jornalistas, segue infelizmente no horizonte dos patrões, que simplesmente fecham os olhos ao custo crescente de se comer fora de casa. À exceção do Vale Alimentação/Refeição, todos os outros benefícios foram contemplados com o reajuste cheio da inflação acumulada no período – de 4,30%.

Com relação a retroatividade à data-base dos jornalistas, em fevereiro, um retrocesso: os patrões acenam agora com um abono de 8,80% para o piso salarial praticado em 31 de janeiro de 2026; 8,60% para salários de até R$ 12 mil e uma compensação de R$ 1.200,00 para salários superiores a R$ 12 mil.

O Sindicato deverá realizar antes da assembleia do dia 29 uma nova rodada de negociação com os representantes das empresas. Também está em pauta, na negociação ora em curso, o debate sobre alterações de redações propostas pelo sindicato patronal para cláusulas que estão presentes na CCT vigente. Nossa assessoria jurídica já apontou problemas nesses textos que podem trazer prejuízos para os jornalistas.

Com unidade e mobilização podemos superar a intransigência patronal.
Juntos somos mais fortes!

 

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