O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro externa aqui o seu profundo pesar pela morte da jornalista Sônia Carneiro, aos 74 anos, ocorrido no domingo, em Brasília. A jornalista morreu em casa, após um mal súbito. O velório será nesta terça-feira (22/9), às 9h, na capela 6 de Cemitério Campo da Esperança, em Brasília.
Natural do Rio de Janeiro, Sônia Carneiro começou a trabalhar na Rádio Jornal do Brasil em 1971 e construiu parte importante da carreira em Brasília, em uma época em que ainda eram poucas as mulheres dedicadas diariamente à cobertura dos centros de poder.
A jornalista, que acompanhou de perto alguns dos principais capítulos da redemocratização brasileira, fez da cobertura política em Brasília parte central de sua trajetória profissional. Recentemente integrou a assessoria do senador Jaques Wagner (PT-BA).
Sônia participou de algumas das mais importantes coberturas políticas de sua geração. Acompanhou o movimento das Diretas Já, os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, a CPI de PC Farias e o processo que levou ao impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.
Com trajetória de mais de 50 anos, a jornalista foi uma das pioneiras entre as mulheres na cobertura política em Brasília.




